Postado em 19 de Fevereiro de 2018 às 11h51

Volta às aulas: como fazer um lanche saudável para o seu filho!

Alimentação (85)

Voltando a rotina, voltando a escola, e vem a preocupação com seus pequenos: o que fazer para seu filho comer durante o horário escolar?

Na idade pré-escolar, que corresponde ao período de 3 a 6 anos, a criança já alcançou a maturidade de sistemas relacionados com a digestão, absorção e metabolismo dos nutrientes. 

Nesta fase, as crianças desenvolvem grande atividade física e, com isso, seu gasto energético aumentará consideravelmente, portanto, há uma necessidade de adaptação ao consumo de calorias à nova realidade.

A criança não deve ficar muito tempo sem se alimentar entre as refeições, ou não se alimentar adequadamente, pois pode perder peso facilmente por ter o metabolismo mais acelerado e necessidades aumentadas nesta fase. Quanto mais completo o lanche, mais saudável e com qualidade será a refeição. É preciso que sejam oferecidos alimentos de todos os grupos: energéticos, reguladores e construtores.

Se o seu filhote é da turma que torce o nariz para a comida, saiba que o recreio é uma ótima oportunidade de ele adicionar novos itens à lista de favoritos.

Muitas escolas já se preocupam em oferecer refeições e lanches saudáveis aos alunos. A quantidade ideal de comida varia para cada criança – depende da faixa etária, biotipo, atividades praticadas, rotina e até do que ela comeu nas refeições anteriores. Na hora de eleger os lanchinhos, priorize os ingredientes in natura ou minimamente processados.

Crianças que têm alimentação saudável são mais felizes, diz estudo:

Um estudo da Universidade de Gothenburg, na Suécia, analisou dados de 7675 crianças europeias entre 2 e 9 anos e descobriu uma sólida conexão entre alimentação e bem-estar psicológico.

Quando o estudo começou, os pais dos participantes responderam a um questionário indicando quantas vezes por semana os filhos consumiam determinados tipos de alimentos. As crianças então receberam uma tabela mostrando que mudanças deveriam fazer para ter uma dieta mais saudável, consumindo menos açúcar e gordura e mais frutas e vegetais.

Após 2 anos, elas foram entrevistadas sobre autoestima, problemas emocionais e relacionamentos com pais e colegas. Os estudiosos descobriram que as crianças que mantiveram uma alimentação saudável no período demonstraram ter mais autoestima e melhores relacionamentos com os colegas do que as que não seguiram as recomendação alimentares.

O resultado foi independente do peso das crianças e da situação socioeconômica de suas famílias, o que surpreendeu os pesquisadores. Mesmo crianças acima do peso que mantiveram uma alimentação saudável demonstraram ter boa autoestima.

Fontes: Claudia, Boa Forma e Revista Crescer

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