Você já deve ter ouvido promessas como “pele jovem”, “unhas mais fortes” ou “adeus à flacidez” vindas do colágeno. Mas será que o colágeno realmente entrega tudo isso? Vale a pena tomar? E há algum risco?
Neste artigo, vamos analisar os prós e contras do consumo de colágeno, com base em evidências científicas — para que você possa fazer escolhas seguras, conscientes e realistas sobre esse suplemento que conquistou o mercado (e as redes sociais).
O que é colágeno e por que ele é importante?
O colágeno é a proteína mais abundante no corpo humano, essencial para a estrutura da pele, dos ossos, cartilagens, tendões e ligamentos.
Com o passar dos anos (especialmente após os 25-30 anos), a produção natural começa a diminuir — e é aí que muitas pessoas recorrem à suplementação.
Prós do consumo de colágeno
- Contribui para a firmeza e elasticidade da pele: Estudos indicam que o uso contínuo de colágeno hidrolisado pode melhorar a hidratação e textura da pele, especialmente em mulheres após os 40 anos.
- Pode ajudar na saúde das articulações: O colágeno tipo II e o hidrolisado estão associados à redução de dor articular e melhoria na mobilidade, especialmente em pessoas com osteoartrite leve.
- Fortalecimento de unhas e cabelos: Algumas pesquisas sugerem melhora na resistência das unhas e queda reduzida de cabelo com o uso contínuo.
- Apoio à saúde óssea: O colágeno atua junto com o cálcio e a vitamina D na manutenção da densidade óssea, o que pode ser relevante para mulheres na menopausa e idosos.
- Alta tolerância e versatilidade: É geralmente bem tolerado, pode ser diluído em água, sucos ou usado em receitas.
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Contras ou limitações do uso de colágeno
- Resultados variam de pessoa para pessoa: Não espere milagres. Os efeitos dependem de fatores como alimentação, estilo de vida, idade e consistência no uso.
- Nem todo colágeno é igual: Existem diferentes tipos (I, II, III), origens (bovino, marinho, suíno) e formas (hidrolisado, não hidrolisado, peptídeos). Colágeno de má qualidade ou sem evidência científica pode não ter efeito.
- Não substitui uma alimentação equilibrada: Suplementar não compensa uma dieta pobre em nutrientes essenciais como vitamina C, zinco e proteínas de origem animal.
- Pode conter aditivos ou açúcares: Algumas fórmulas industrializadas possuem corantes, aromas artificiais e açúcares — fique atento ao rótulo!
- Precisa de constância para funcionar: Estudos apontam que só após 8 a 12 semanas de uso contínuo é que se começa a perceber benefícios — o que exige disciplina.
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Como potencializar os efeitos do colágeno
Para que o colágeno seja bem aproveitado pelo corpo, é importante consumir também:
- Vitamina C (essencial na síntese de colágeno)
- Zinco e silício (cofatores para regeneração tecidual)
- Proteínas completas na alimentação
Combinações com peptídeos bioativos, como BodyBalance®, têm mostrado efeitos mais específicos para massa magra, por exemplo.
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Quem pode se beneficiar mais do consumo de colágeno?
- Pessoas a partir dos 30 anos
- Mulheres na menopausa (pela queda hormonal e de produção de colágeno)
- Praticantes de exercícios intensos
- Pessoas em fase de recuperação de lesões articulares
- Idosos
Quem deve evitar ou ter cautela?
- Pessoas com alergia à fonte animal do colágeno (ex: bovino, frango ou peixe)
- Indivíduos com restrições renais (em caso de fórmulas hiperproteicas)
- Pessoas que fazem uso de medicamentos com interação específica (avaliar com o médico)
Conclusão
O colágeno pode ser um grande aliado para a saúde da pele, das articulações e do corpo como um todo, mas não é uma solução mágica.
Seu uso consciente, aliado a uma alimentação equilibrada, hidratação e rotina saudável, é o que realmente faz a diferença.
Antes de comprar, pesquise, leia o rótulo, converse com seu profissional de confiança — e entenda que resultados vêm com consistência e qualidade.
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